Governo cobra assinatura de convênio com o Mapa
O governador em exercício de Mato Grosso, Silval Barbosa, se reuniu nesta quarta-feira com o Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Reinhold Stephanes, em Brasília, para cobrar a assinatura de convênio para liberação de recursos ao Estado estimados em R$ 5 milhões e que serão destinados à prevenção da febre aftosa na fronteira com a Bolívia e também na auditoria das propriedades que pleiteiam serem cadastradas no Sistema Brasileiro de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos (Sisbov).
Barbosa foi acompanhado do secretário de Desenvolvimento Rural (Seder), Neldo Egon e do presidente do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea), Décio Coutinho. Os recursos vem sendo solicitados ao governo federal a pouco mais de um mês, no entanto ainda não foi liberado. Assim que o convênio for assinado e publicado no Diário Oficial da União (D.O.U.), em poucos dias o Estado recebe o montante.
Conforme a assessoria do ministério, a liberação não ocorreu ainda porque não depende apenas do aval do Mapa, mas também de outros, como da Fazenda. A afirmação, porém, é de que Stephanes está empenhado em ajudar o Estado.
"O ministro entendeu que o Estado está adimplente com a União e com todos os direitos de continuar recebendo os recursos voltados para fiscalização da fronteira", argumentou Silval Barbosa. O governador em exercício lembra ainda que o esforço feito pelo Estado na prevenção e vacinação contra febre aftosa faz com que não haja ocorrência há 14 anos, e que o montante é fundamental para dar continuidade aos trabalhos.
Já o secretário Neldo Egon considera que com a liberação dos recursos, a auditoria nas fazendas com interesse em exportar para a União Europeia será feita com mais celeridade, diminuindo a fila de espera que a Superintendência da Agricultura do Estado registra em decorrência da pouca quantidade de técnicos disponíveis para a vistoria nas propriedades. "Os trabalhos estão sendo realizados, mas com pouco efetivo. Com mais dinheiro será possível contratar mais pessoal".






