Ferramentas são diversificadas
As ferramentas empregadas para o melhoramento genético envolvem a identificação de animais com potencial de aprimoramento da raça. As formas de multiplicar esses animais são, no caso das fêmeas, por meio da transferência de embriões e fertilização in vitro. Os machos são envolvidos no processo de inseminação artificial. “São alternativas para aumentar a utilização desses animais geneticamente superiores”, explica o veterinário Leonardo Assad.
Para identificar essas características de superioridade do animal, são empregados programas de melhoramento genético, dentro das diversas raças. “Esses programas trabalham com a progênese desses animais”, diz Ricardo Arruda.
O desempenho do animal é avaliado por parâmetros como ganho de peso, o peso da desmama e fatores ligados à fertilidade. Outra forma de avaliar, segundo Arruda, é por meio das pistas de julgamento, durante as exposições agropecuárias, onde é possível observar os animais premiados que se enquadram nos padrões raciais. Assad lembra que 90% do rebanho matogrossense tem sangue nelore, de origem zebuína.






