Mapa apresenta proposta do novo Sisbov ao Conseagri

Sex, 22/01/2010
Beef Point

"O bom desempenho do sistema de defesa agropecuária brasileiro deve-se ao trabalho, à integração e à cooperação que as secretarias estaduais de Agricultura mantêm com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o setor produtivo".

Essa afirmação do secretário de Defesa Agropecuária do Mapa, Inácio Kroetz, foi feita durante a reunião do Conselho Nacional de Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri), nesta quinta-feira (21), em Brasília.

Um dos temas da reunião, que coube à Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa, foi a apresentação dos motivos que levaram a mudanças no Sistema de Identificação e Certificação de Bovinos e Bubalinos (Sisbov). O documento foi submetido a consulta pública entre 21 de dezembro de 2009 a 19 de janeiro último, em atendimento a Lei Federal de Rastreabilidade Animal.
 
Entre os objetivos dessa mudança está a fórmula para simplificação das normas oficiais, que devem ser praticadas pelo produtor brasileiro. Também está prevista a implantação de tecnologias para aprimorar esse serviço e assim atender às exigências do comércio importador. "Agora, temos o projeto para elaborar uma lei com garantias de segurança, agilidade e baixo custo ao produtor para identificar os animais", ressaltou o secretário, sobre o novo Sisbov.
 
Os criadores que investem no rastreamento do rebanho querem um retorno financeiro compatível com os custos para produzir carne no padrão exigido pela Europa. "Qual é o estímulo que ele vai ter se o seu vizinho, que não faz, está ganhando o mesmo valor que ele?", questiona a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária, senadora Kátia Abreu (DEM/TO).
 
Além de um preço melhor, os pecuaristas e secretários de agricultura de 17 Estados reunidos em Brasília também propuseram ao Ministério da Agricultura alterações na portaria que estabeleceu regras para os interessados em fazer parte do Sistema de Identificação e Certificação de Bovinos. Entre outras mudanças, os produtores querem um prazo maior para o cadastramento dos animais no banco de dados do Sisbov.
 
No Pantanal, onde há extensões de área muito grandes, a pessoa que trabalha com gado demora mais do que 10 ou 15 dias para retornar à cidades para poder fazer o registro dessa identificação, afirma a presidente do Conseagri e secretária de Desenvolvimento Agrário do Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina Corrêa da Costa.
 
Kroetz também falou sobre a importância da evolução do Brasil status sanitário, em alguns estados, com relação à febre aftosa.
 
O Conseagri, criado em 2007, é formado por secretários de Agricultura, que se reúnem para discutir os assuntos da agricultura brasileira.

Postar novo(a) Comentário

Atenção: para garantir a autenticidade da autoria e por questões de segurnaça, a Acrimat solicita que você indique seu CPF.
  • Endereços de páginas de internet e emails viram links automaticamente.
  • Tags HTML permitidas: <a> <em> <strong> <cite> <code> <ul> <ol> <li> <dl> <dt> <dd>
  • Quebras de linhas e parágrafos são feitos automaticamente.

Mais informações sobre as opções de formatação

CAPTCHA
Esta sentença é para verificar se você é um usuário real. Esse procedimento protege contra sistemas automáticos de spam.
Image CAPTCHA
Digite os caracteres (sem espaços) que aparecem na imagem.